quinta-feira, 10 de novembro de 2016

CAPÍTULO VII / O DELÍRIO

       

Que me conste, ainda ninguém relatou o seu próprio delírio; faço-o eu, e a ciência mo agradecerá. Se o leitor não é dado à contemplação destes fenômenos mentais, pode saltar o capítulo; vá direito à narração. Mas, por menos curioso que seja, sempre lhe digo que é interessante saber o que se passou na minha cabeça durante uns vinte a trinta minutos.
Primeiramente, tomei a figura de um barbeiro chinês, bojudo, destro, escanhoando um mandarim, que me pagava o trabalho com beliscões e confeitos: caprichos de mandarim.
Logo depois, senti-me transformado na Suma Teológica de São Tomás, impressa num volume, e encadernada em marroquim, com fechos de prata e estampas; idéia esta que me deu ao corpo a mais completa imobilidade; e ainda agora me lembra que, sendo as minhas mãos os fechos do livro, e cruzando-as eu sobre o ventre, alguém as descruzava (Virgília decerto), porque a atitude lhe dava a imagem de um defunto.
Ultimamente, restituído à forma humana, vi chegar um hipopótamo, que me arrebatou. Deixei-me ir, calado, não sei se por medo ou confiança; mas, dentro em pouco, a carreira de tal modo se tornou vertiginosa, que me atrevi a interrogá-lo, e com alguma arte lhe disse que a viagem me parecia sem destino.
— Engana-se, replicou o animal, nós vamos à origem dos séculos.
Insinuei que deveria ser muitíssimo longe; mas o hipopótamo não me entendeu ou não me ouviu, se é que não fingiu uma dessas coisas; e, perguntando-lhe, visto que ele falava, se era descendente do cavalo de Aquiles ou da asna de Balaão, retorquiu-me com um gesto peculiar a estes dois quadrúpedes: abanou as orelhas. Pela minha parte fechei os olhos e deixei-me ir à ventura. Já agora não se me dá de confessar que sentia umas tais ou quais cócegas de curiosidade, por saber onde ficava a origem dos séculos, se era tão misteriosa como a origem do Nilo, e sobretudo se valia alguma coisa mais ou menos do que a consumação dos mesmos séculos: reflexões de cérebro enfermo. Como ia de olhos fechados, não via o caminho; lembra-me só que a sensação de frio aumentava com a jornada, e que chegou uma ocasião em que me pareceu entrar na região dos gelos eternos. Com efeito, abri os olhos e vi que o meu animal galopava numa planície branca de neve, e vários animais grandes e de neve. Tudo neve; chegava a gelar-nos um sol de neve. Tentei falar, mas apenas pude grunhir esta pergunta ansiosa:
— Onde estamos?
— Já passamos o Éden.
— Bem; paremos na tenda de Abraão.
— Mas se nós caminhamos para trás! redargüiu motejando a minha cavalgadura.
Fiquei vexado e aturdido. A jornada entrou e parecer-me enfadonha e extravagante, o frio incômodo, a condução violenta, e o resultado impalpável. E depois — cogitações do enfermo — dado que chegássemos ao fim indicado, não era impossível que os séculos, irritados com lhes devassarem a origem, me esmagassem entre as unhas, que deviam ser tão seculares como eles. Enquanto assim pensava, íamos devorando caminho, e a planície voava debaixo dos nossos pés, até que o animal estacou, e pude olhar mais tranqüilamente em torno de mim. Olhar somente; nada vi, além da imensa brancura da neve, que desta vez invadira o próprio céu, até ali azul. Talvez, a espaços, me parecia uma ou outra planta, enorme, brutesca, meneando ao vento as suas largas folhas. O silêncio daquela região era igual ao do sepulcro: dissera-se que a vida das coisas ficara estúpida diante do homem.
Caiu do ar? destacou-se da terra? não sei; sei que um vulto imenso, uma figura de mulher me apareceu então, fitando-me uns olhos rutilantes como o sol. Tudo nessa figura tinha a vastidão das formas selváticas, e tudo escapava à compreensão do olhar humano, porque os contornos perdiam-se no ambiente, e o que parecia espesso era muita vez diáfano. Estupefato, não disse nada, não cheguei sequer a soltar um grito; mas, ao cabo de algum tempo, que foi breve, perguntei quem era e como se chamava: curiosidade de delírio.
— Chama-me Natureza ou Pandora; sou tua mãe e tua inimiga.
Ao ouvir esta última palavra, recuei um pouco, tomado de susto. A figura soltou uma gargalhada, que produziu em torno de nós o efeito de um tufão; as plantas torceram-se e um longo gemido quebrou a mudez das coisas externas.
— Não te assustes, disse ela, minha inimizade não mata; é sobretudo pela vida que se afirma. Vives; não quero outro flagelo.
— Vivo? perguntei eu, enterrando as unhas nas mãos, como para certificar-me da existência.
— Sim, verme, tu vives. Não receies perder esse andrajo que é teu orgulho; provarás ainda, por algumas horas, o pão da dor e o vinho da miséria. Vives: agora mesmo que ensandeceste, vives; e se a tua consciência reouver um instante de sagacidade, tu dirás que queres viver.
Dizendo isto, a visão estendeu o braço, segurou-me pelos cabelos e levantou-me ao ar, como se fora uma pluma. Só então pude ver-lhe de perto o rosto, que era enorme. Nada mais quieto; nenhuma contorção violenta, nenhuma expressão de ódio ou ferocidade; a feição única, geral, completa, era a da impassibilidade egoísta, a da eterna surdez, a da vontade imóvel. Raivas, se as tinha, ficavam encerradas no coração. Ao mesmo tempo, nesse rosto de expressão glacial, havia um ar de juventude, mescla de força e viço, diante do qual me sentia eu o mais débil e decrépito dos seres.
— Entendeste-me? disse ela, no fim de algum tempo de mútua contemplação.
— Não, respondi; nem quero entender-te; tu és absurda, tu és uma fábula. Estou sonhando, decerto, ou, se é verdade, que enlouqueci, tu não passas de uma concepção de alienado, isto é, uma coisa vã, que a razão ausente não pode reger nem palpar. Natureza, tu? a Natureza que eu conheço é só mãe e não inimiga; não faz da vida um flagelo, nem, como tu, traz esse rosto indiferente, como o sepulcro. E por que Pandora?
— Porque levo na minha bolsa os bens e os males, e o maior de todos, a esperança, consolação dos homens. Tremes?
— Sim; o teu olhar fascina-me.
— Creio; eu não sou somente a vida; sou também a morte, e tu estás prestes a devolver-me o que te emprestei. Grande lascivo, espera-te a voluptuosidade do nada.
Quando esta palavra ecoou, como um trovão, naquele imenso vale, afigurou-se-me que era o último som que chegava a meus ouvidos; pareceu-me sentir a decomposição súbita de mim mesmo. Então, encarei-a com olhos súplices, e pedi mais alguns anos.
— Pobre minuto! exclamou. Para que queres tu mais alguns instantes de vida? Para devorar e seres devorado depois? Não estás farto do espetáculo e da luta? Conheces de sobejo tudo o que eu te deparei menos torpe ou menos aflitivo: o alvor do dia, a melancolia da tarde, a quietação da noite, os aspectos da Terra, o sono, enfim, o maior benefício das minhas mãos. Que mais queres tu, sublime idiota?
— Viver somente, não te peço mais nada. Quem me pôs no coração este amor da vida, senão tu? e, se eu amo a vida, por que te hás de golpear a ti mesma, matando-me?
— Porque já não preciso de ti. Não importa ao tempo o minuto que passa, mas o minuto que vem. O minuto que vem é forte, jucundo, supõe trazer em si a eternidade, e traz a morte, e perece como o outro, mas o tempo subsiste. Egoísmo, dizes tu? Sim, egoísmo, não tenho outra lei. Egoísmo, conservação. A onça mata o novilho porque
o raciocínio da onça é que ela deve viver, e se o novilho é tenro tanto melhor: eis o estatuto universal. Sobe e olha.
Isto dizendo, arrebatou-me ao alto de uma montanha. Inclinei os olhos a uma das vertentes, e contemplei, durante um tempo largo, ao longe, através de um nevoeiro, uma coisa única. Imagina tu, leitor, uma redução dos séculos, e um desfilar de todos eles, as raças todas, todas as paixões, o tumulto dos Impérios, a guerra dos apetites e dos ódios, a destruição recíproca dos seres e das coisas. Tal era o espetáculo, acerbo e curioso espetáculo. A história do homem e da Terra tinha assim uma intensidade que lhe não podiam dar nem a imaginação nem a ciência, porque a ciência é mais lenta e a imaginação mais vaga, enquanto que o que eu ali via era a condensação viva de todos os tempos. Para descrevê-la seria preciso fixar o relâmpago. Os séculos desfilavam num turbilhão, e, não obstante, porque os olhos do delírio são outros, eu via tudo o que passava diante de mim,— flagelos e delícias, — desde essa coisa que se chama glória até essa outra que se chama miséria, e via o amor multiplicando a miséria, e via a miséria agravando a debilidade. Aí vinham a cobiça que devora, a cólera que inflama, a inveja que baba, e a enxada e a pena, úmidas de suor, e a ambição, a fome, a vaidade, a melancolia, a riqueza, o amor, e todos agitavam o homem, como um chocalho, até destruí-lo, como um farrapo. Eram as formas várias de um mal, que ora mordia a víscera, ora mordia o pensamento, e passeava eternamente as suas vestes de arlequim, em derredor da espécie humana. A dor cedia alguma vez, mas cedia à indiferença, que era um sono sem sonhos, ou ao prazer, que era uma dor bastarda. Então o homem, flagelado e rebelde, corria diante da fatalidade das coisas, atrás de uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da imaginação; e essa figura, — nada menos que a quimera da felicidade, — ou lhe fugia perpetuamente, ou deixava-se apanhar pela fralda, e o homem a cingia ao peito, e então ela ria, como um escárnio, e sumia-se, como uma ilusão.
Ao contemplar tanta calamidade, não pude reter um grito de angústia, que Natureza ou Pandora escutou sem protestar nem rir; e não sei por que lei de transtorno cerebral, fui eu que me pus a rir, — de um riso descompassado e idiota.
— Tens razão, disse eu, a coisa é divertida e vale a pena, — talvez monótona — mas vale a pena. Quando Jó amaldiçoava o dia em que fora concebido, é porque lhe davam ganas de ver cá de cima o espetáculo. Vamos lá, Pandora, abre o ventre, e digere-me; a coisa é divertida, mas digere-me.
A resposta foi compelir-me fortemente a olhar para baixo, e a ver os séculos que continuavam a passar, velozes e turbulentos, as gerações que se superpunham às gerações, umas tristes, como os Hebreus do cativeiro, outras alegres, como os devassos de Cômodo, e todas elas pontuais na sepultura. Quis fugir, mas uma força misteriosa me retinha os pés; então disse comigo: — “Bem, os séculos vão passando, chegará o meu, e passará também, até o último, que me dará a decifração da eternidade.” E fixei os olhos, e continuei a ver as idades, que vinham chegando e passando, já então tranqüilo e resoluto, não sei até se alegre. Talvez alegre. Cada século trazia a sua porção de sombra e de luz, de apatia e de combate, de verdade e de erro, e o seu cortejo de sistemas, de idéias novas, de novas ilusões; cada um deles rebentavam as verduras de uma primavera, e amareleciam depois, para remoçar mais tarde. Ao passo que a vida tinha assim uma regularidade de calendário, fazia-se a história e a civilização, e o homem, nu e desarmado, armava-se e vestia-se, construía o tugúrio e o palácio, a rude aldeia e Tebas de cem portas, criava a ciência, que perscruta, e a arte que enleva, fazia-se orador, mecânico, filósofo, corria a face do globo, descia ao ventre da Terra, subia à esfera das nuvens, colaborando assim na obra misteriosa, com que entretinha a necessidade da vida e a melancolia do desamparo. Meu olhar, enfarado e distraído, viu enfim chegar o século presente, e atrás deles os futuros. Aquele vinha ágil, destro, vibrante, cheio de si, um pouco difuso, audaz, sabedor, mas ao cabo tão miserável como os primeiros, e assim passou e assim passaram os outros, com a mesma rapidez e igual monotonia. Redobrei de atenção; fitei a vista; ia enfim ver o último, — o último!; mas então já a rapidez da marcha era tal, que escapava a toda a compreensão; ao pé dela o relâmpago seria um século. Talvez por isso entraram os objetos a trocarem-se; uns cresceram, outros minguaram, outros perderam-se no ambiente; um nevoeiro cobriu tudo, — menos o hipopótamo que ali me trouxera, e que aliás começou a diminuir, a diminuir, a diminuir, até ficar do tamanho de um gato. Era efetivamente um gato. Encarei-o bem; era o meu gato Sultão, que brincava à porta da alcova, com uma bola de papel...



Conteúdo completo disponível em:






Links:


Billboard Hot 100 - Letras de Músicas | Song Lyrics - Songtext - Testo Canzone - Paroles Musique - 歌曲歌词 - 歌詞 - كلمات الاغنية - песни Текст

Educação Infantil - Vídeos, Jogos e Atividades Educativas para crianças de 4 à 11 anos

Biomas Brasileiros

Prédio mais alto do Brasil

Norte Catarinense (Mesorregião)

Ribeirão Preto (Mesorregião)

Norte Central (Mesorregião)

A população atual do estado de Mato Grosso do Sul

Rio de Janeiro - Representação e Localização

Em busca da água que sustenta a vida

Arquitetura e estética no Brasil

Império Bizantino - História em 1 Minuto

Dom Casmurro - Machado de Assis

Quincas Borba - Machado de Assis

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis

O Diário de Anne Frank

Macunaíma - Mário de Andrade

O Triste Fim de Policarpo Quaresma - Lima Barreto

Mein Kampf - Adolf Hitler

Salmos - Capítulo 43 - Bíblia Online

Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome

Poesia - Machado de Assis

Crônicas - Machado de Assis

Teatro - Machado de Assis

Crítica - Machado de Assis

TOP 10: Poesia - Poemas em Português, Espanhol, francês e inglês


Velhas Árvores - Olavo Bilac

Marabá - Gonçalves Dias

Los Naranjos

Lorsque l'enfant paraît - Victor Hugo

Fim - Mário de Sá-Carneiro

Sonnet 18 - William Shakespeare

Vos Que, Dolhos Suaves e Serenos

Sonho Branco - Broquéis - João da Cruz e Sousa

Bandido negro - Os Escravos - Castro Alves

As cismas do destino - Augusto dos Anjos - Eu e Outras Poesia

TOP 50: PDF para Download - Domínio Público


Livros em PDF para Download

O Mito de Sísifo - Albert Camus

Aos Vinte Anos - Aluísio Azevedo

The Diary of a Young Girl - The Definitive Edition - Anne Frank

Mein Kampf - Adolf Hitler - Download PDF Livro Online

Leonor de Mendonça - Antônio Gonçalves Dias

Uma Estação no Inferno - Arthur Rimbaud

Abel e Helena- Artur Azevedo

Outras Poesias - Augusto dos Anjos

Amor De Perdição - Camilo Castelo Branco

A cachoeira de Paulo Afonso - Castro Alves

As Flores do Mal - Charles Baudelaire

David Copperfield - Charles Dickens

Faróis - Cruz e Sousa

Hell or The Inferno from The divine comedy - Dante Alighieri

A Ilustre Casa de Ramires - Eça de Queiros - PDF

Contos Extraordinários - Edgar Allan Poe

Canudos e outros temas - Euclides da Cunha - PDF

Medeia ελληνικά - Eurípides

Livro Do Desassossego - Fernando Pessoa - Livros em PDF para Download

Gente Pobre - Fiódor Mikhailovitch Dostoiévsk - Fedor Dostoievski

O Último Magnata - Francis Scott Fitzgerald

The Metamorphosis - Franz Kafka - PDF

Madame Bovary - Gustave Flaubert - PDF

Moby Dick - Herman Melville

Teogonía - Hesíodo

Odisséia - Homero - Download

Ulisses - James Joyce

Emma - Jane Austen - Download PDF Livro Online

Fausto - Johann Wolfgang von Goethe

Viagens de Gulliver - Jonathan Swift

Alfarrábios: o Ermitão da Glória - José de Alencar

O Coração das Trevas - Joseph Conrad

A mulher de Anacleto - Lima Barreto - Livros em PDF para Download

Anna Karenina - Leon Tolstói - Download

Os Lusíadas - Luís Vaz de Camões - Download

Machado de Assis

A Cartomante - Machado de Assis - PDF Download Livro Online

Les Essais - Michel de Montaigne - PDF

Marcel Proust - Download PDF Livro Online

Amar verbo intransitivo - Mário de Andrade - PDF Download Livro Online

Don Quixote - Miguel de Cervantes Saavedra

Alma inquieta - Olavo Bilac - PDF Download Livro Online

Metamorfoses II - Públio Ovídio Naso

As jóias da Coroa - Raul Pompeia - PDF Download Livro Online

Antigonas - Sófocles

A Montanha Mágica - Thomas Mann

Eeldrop and Appleplex - T. S. Eliot - Thomas Stearns Eliot

Marília De Dirceu - Tomás Antônio Gonzaga - PDF Download Livro Online

O Corcunda de Notre-Dame - Victor Hugo - PDF Download Livro Online

Eneida - Virgilio

O Quarto de Jacob - Virginia Woolf - PDF

A Tempestade - William-Shakespeare - Livros em PDF para Download

O Som e a Fúria - William Faulkner

Bíblia Sagrada - João Ferreira de Almeida - Bíblia

Bíblia Sagrada - Católica

O Vermelho e o Negro - Stendhal - Henri-Marie Beyle

O Homem Sem Qualidades - Robert Musil

TOP 20: Billboard - Letras de Músicas - Song Lyrics - Songtext


Say You Won't Let Go - James Arthur - Letras de Música

What They Want - Russ - Song Lyrics

Greenlight - Pitbull Featuring Flo Rida & LunchMoney Lewis - Letras de Música

No Heart - 21 Savage & Metro Boomin - Letras de Música

Shout Out To My Ex - Little Mix - Song Lyrics

A-YO - Lady Gaga - Songtext

Sneakin' - Drake Featuring 21 Savage - Letras de Música

Hallelujah - Pentatonix - Letras de Música

Fake Love - Drake - Song Lyrics

Closer - The Chainsmokers ft. Halsey - Letras de Música

Chill Bill - Rob $tone ft. J. Davi$ & Spooks - Song Lyrics

Do You Mind - DJ Khaled ft. Nicki Minaj, Chris Brown & August Alsina - Letras de Música

How I'll Always Be - Tim McGraw - Song Lyrics

My Shit - A Boogie Wit da Hoodie - Letras de Música

80s Mercedes - Maren Morris - Song Lyrics

Bad Things - Machine Gun Kelly x Camila Cabello - Letras de Música

Dirty Laundry - Carrie Underwood - Song Lyrics

Ain't My Fault - Zara Larsson - Letras de Música

Juju On That Beat (TZ Anthem) - Zay Hilfigerrr & Zayion McCall - Letras de Música

Starboy - The Weeknd feat Daft Punk - Song Lyrics

Audiobook, Educação Infantil, Ensino Fundamental


Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Jogos para Crianças - Atividades Educativas Ensino Fundamental

Atividades Educativas Ensino Fundamental - Aprendendo sobre o Dinheiro

Progress 4GL - DDK-GUI - Datasul

Your Attidute Against SAP Business All-In-One Projects

Lima Barreto - Quase ela deu o sim, mas...

Esaú e Jacó - Machado de Assis

Diva - José de Alencar

A Dívida - Artur de Azevedo

Luís Soares - Contos Fluminenses e Histórias da Meia-Noite - 01 - Machado de Assis

Singularidades de uma rapariga loura, parte 2 - Contos de Eça de Queirós

Um Club da Má Língua - Fiódor Dostoiévski

Casa Velha - Machado de Assis

Amor de Perdição - Camilo Castelo Branco

À Margem da História - Euclides da Cunha

A Tempestade; Morte de Iracema; O Pampa - Eugênio Werneck - Antologia Brasileira

Os Sertões - Euclides da Cunha

Contos para Velhos - Olavo Bilac

Contos Lima Barreto

Pride and Prejudice - Jane Austen

TOP 50: BLOG by Sanderlei Silveira


Biomas brasileiros - Santa Catarina SC - Conheça seu Estado (História e Geografia)

As festas populares no estado de São Paulo - SP

Os imigrantes no século XIX e XX no estado do Paraná - PR

Pantanal – Patrimônio Natural da Humanidade - MS

Os símbolos do estado do Rio de Janeiro - RJ

Prédios mais altos do Mundo e do Brasil (Atualizado até 11/2016)

Idade das Religiões - História em 1 Minuto

The Horrors of War - Janet Hamilton

Los Naranjos - Ignacio Manuel Altamirano

How Do I Love Thee? - Sonnet 43 - Elizabeth Barrett Browning

Chill Bill - Rob $tone ft. J. Davi$ & Spooks - Letra Música

Tendências de mercado - Economia em 1 Minuto

Ismalia - Alphonsus de Guimaraens

POVO E RAÇA - Mein Kampf (Minha luta) - Adolf Hitler

Capítulo XII - TEQUETEQUE, CHUPINZÃO E A INJUSTIÇA DOS HOMENS - Macunaíma - Mário de Andrade

O navio negreiro - Os Escravos - Castro Alves

Antífona - Broquéis - João da Cruz e Sousa

Euclides da Cunha - Os Sertões (Áudio Livro)

A aia - Contos de Eça de Queirós

Diva - José de Alencar - Audiobook

Amor é fogo que arde sem se ver - Sonetos - Poemas de Amor - Luís Vaz de Camões

Versos íntimos - Augusto dos Anjos - Eu e Outras Poesias

Curso de Espanhol Online - Grátis e Completo

Curso de Inglês Online - Grátis e Completo

O Diário de Anne Frank

Casa Velha – Machado de Assis - Livros em PDF para Download (Domínio Público)

Introduction to Design Thinking with SAP - SAP - Course Free Online

Totvs - Datasul - Treinamento Online (Gratuito)

Mitología Griega - Historia en 1 Minuto

Religion - Ancient History - History in 1 Minute

Salmos 22 - Bíblia Online

Olavo Bilac - Contos para Velhos - Áudio Livro

A Doença do Fabrício - Contos - Artur de Azevedo

Contos - Lima Barreto - Áudio Livro - Audiobook

Jane Austen - Pride and Prejudice - AudioBook

Material de apoio para Pais e Professores - Educação Infantil - Nível 1 (crianças entre 4 a 6 anos)

Sala de Aula - Educação Infantil - Nível 2 (crianças entre 5 a 7 anos)

Brincadeira - Educação Infantil - Nível 3 (crianças entre 6 a 8 anos)

Idioma Português - Educação Infantil - Nível 4 (crianças entre 7 a 9 anos)

Rio São Francisco - Educação Infantil - Nível 5 (crianças entre 8 a 10 anos)

Livros - Educação Infantil - Nível 6 (crianças entre 9 a 11 anos)

MISS DOLLAR - Machado de Assis

Quincas Borba - Machado de Assis

Crisálidas - Poesia - Machado de Assis

TU SERÁS FELIZ, BENTINHO - Dom Casmurro

O ALIENISTA - Papéis Avulsos

EMBARGOS DE TERCEIRO - A Mão e a Luva

Tu, só tu, puro amor - Teatro - Machado de Assis

Cartas Fluminenses - Crônica - Machado de Assis

Helena - Machado de Assis

JOGO PERIGOSO - Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis

MELHOR DE DESCER QUE DE SUBIR - Esaú e Jacó - Machado de Assis


Nenhum comentário:

Postar um comentário